Sérgio Aguiar diz que Lei Geral da Microempresa vai ampliar negócios

Sérgio Aguiar diz que Lei Geral da Microempresa vai ampliar negócios
21 de agosto de 2007

O deputado Sérgio Aguiar (PSB) fez pronunciamento na manhã desta terça-feira, na tribuna da Assembléia Legislativa, para tratar sobre a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, que unificou impostos federais, estaduais e municipais por meio do sistema chamado super simples. Como haverá redução na carga tributária desse tipo de empresa, Sérgio Aguiar acredita que o número de empreendimentos vai aumentar no Ceará.

Ele citou afirmação do superintendente do Sebrae-CE, Carlos Cruz, de que a implantação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa deve colaborar para um crescimento ainda maior na taxa de sobrevivência das empresas e de que o Sebrae pretende formalizar, no Ceará, cerca de 132 mil novos empreendimentos nos próximos dois anos. “Ele avaliou que, em 2009, já se sentirá no Ceará o efeito positivo da Lei Geral com a geração dos novos negócios”, afirmou Sérgio Aguiar.

O prazo para a adesão ao super simples acabou ontem e mais de 3 milhões de empresas aderiram ao novo formato, sendo que mais de 121 mil apenas no Estado do Ceará, informou. “Será um ganho substancial para essas empresas e aquelas que ainda não aderiram poderão fazê-lo ainda em outro momento, em janeiro de 2008”, acrescentou.

Ainda com relação às micro e pequenas empresas, Sérgio Aguiar comentou a pesquisa feita pelo Sebrae sobre a taxa de sobrevivência desses empreendimentos, após dois anos de funcionamento. “Segundo esse estudo, houve um aumento na taxa de sobrevivência dessas empresas. Em 2004, após dois anos, 41% iam à falência. Em 2007, apenas 22% não tiveram sucesso após os dois anos”, citou.

Dentre os fatores apontados pelos pequenos empresários para esse aumento na taxa de sobrevivência das empresas estão a estabilidade da economia, maior acesso ao crédito e qualidade nos serviços de consultoria e gerenciamento. Sérgio Aguiar destacou ainda que o setor que mais prosperou no Ceará foi o comércio, com 52,6% das empresas ativas e, em segundo lugar, o setor de serviços, com 34,9%. “Isso demonstra como o Ceará é um pólo emissor de serviços e como esse setor pode ser um dos fatores fundamentais para se promover o desenvolvimento”, defendeu.
LM

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social